07/06/2009

Longe Daqui de Amy Bloom

Postado por Lili |


Sinopse

Longe Daqui é a história íntima e épica de Lillian Leyb, uma heroína acidental. Ao perder a família num pogrom russo, vai para os Estados Unidos sozinha, determinada a seguir em frente numa nova terra. Quando recebe a notícia de que a filha, Sophie, talvez ainda esteja viva, Lillian embarca numa verdadeira odisséia que a leva do mundo do teatro iídiche, no Lower East Side de Nova York, ao distrito do jazz de Seattle e, em seguida, ao Alasca, passando pelo lendário Telegraph Trail, rumo à Sibéria. Essa surpreendente viagem, conduzida pelo amor materno, faz de Longe daqui um romance belo e arrebatador, que cativa imediatamente o leitor.

Se para você um bom romance é aquele que tem que ter uma história bonita, uma protagonista heroína, que supera todos os obstáculos para encontrar o amor, você ficará profundamente decepcionado com Longe Daqui. A autora Amy Bloom neste romance, retrata um tipo diferente de mundo, na qual uma pessoa que atravessa por uma grande perda, tem como único objetivo sobreviver e que para isso é capaz de tudo. É realmente um livro polêmico, que cria muitas discussões, não sendo uma leitura fácil, não quanto a escrita, mas sim quanto ao que você irá encontrar na leitura...

É um livro que desafia os leitores, pois o sexo e a prostituição descritos no livro, faz o leitor mais atento refletir o verdadeiro contexto ali explorado, numa outra perspectiva muito mais ampla, muito maior do que o orgulho humano e o amor próprio, como mesmo a minha amiga Vivi descreveu no Blog do Chá das Cinco.

Lillian Leyb é uma jovem judia, mãe de Sophie, que nasceu na Rússia. Com seus vinte e dois anos, frenéticos vizinhos invadem sua casa e matam todos os seus familiares. Sentindo que ela é a única sobrevivente, Lillian deixa Russia e parte para a América na esperança de escapar e esquecer o passado. A experiência aterradora tira dela qualquer desejo que não seja fazer o que for preciso para sobreviver. Ela revela-se uma talentosa sobrevivente, sem pudores nas exigências de fazer o que for preciso. Ela aprende um pouco o inglês, como costurar, e se candidata a um emprego onde os proprietários (pai e filho) podem estar mais interessados no que as mulheres querem realmente encontrar... Como resultado, Lillian é amante de não só um homem, mas dois, exatamente o pai e o filho. A vida parece 'normal' e resolvida quando ela descobre que sua filha sobreviveu ao massacre na Rússia e está em algum lugar na Sibéria...

A partir desse momento, o poder do amor materno supera o simples desejo de sobreviver. E Lillian segue um percurso surpreendente por toda a América do Norte até a Sibéria para encontrar a sua filha Sophie. No desfollhar das páginas o leitor irá encontrar não só uma mãe desesperada para encontrar a sua filha, mas também uma aventura histórica que mostrará o lado sombrio e negro da América do Norte e do Canadá, no início do século 20.

Fiquei impressionada com a investigação histórica minuciosa e a mensagem no livro, que mostra a importância de seguir em frente, depois de uma tragédia... Amy Bloom criou um enredo inacreditável e até de certa forma surreal. Provando que a sua simples capacidade de contar histórias é o ponto mais forte do romance.

Para mais detalhes, entre no site oficial do livro: http://www.longedaqui.com.br/

Sinopse

Lissa Dragomir é uma adolescente especial, por várias razões: ela é a princesa de uma família real muito importante na sociedade de vampiros conhecidos como Moroi. Por causa desse status, Lissa atrai a amizade dos alunos Moroi mais populares na escola em que estuda, a São Vladimir. Sua melhor amiga, no entanto, não carrega consigo o mesmo prestígio: meio vampira, meio humana, Rose Hathaway é uma vampira cuja missão é se tornar uma guardiã e proteger Lissa dos Strigoi - os poderosos vampiros que se corromperam e precisam do sangue Moroi para manter sua imortalidade.
Pressentindo que algo muito ruim vai acontecer com Lissa se continuarem na São Vladimir, Rose decide que elas devem fugir dali e viver escondidas entre os humanos. O risco de um ataque dos Strigoi é maior, mas elas passam dois anos assim, aparentemente a salvo, até finalmente serem capturadas e trazidas de volta pelos guardiões da escola.
Mas isso é só o começo. Em O beijo das sombras, Lissa e Rose retomam não apenas a rotina de estudos na São Vladimir como também o convívio com a fútil hierarquia estudantil, dividida entre aqueles que pertencem e os que não pertencem às famílias reais de vampiros. São obrigadas a relembrar as causas de sua fuga e a enfrentar suas temíveis consequências. E, quem sabe, poderão encontrar um par romântico aqui e outro ali. Mais importante, Rose descobre por que Lissa é assim tão especial: que poderes se escondem por trás de seu doce e inocente olhar?
Richelle Mead dá uma nova face à literatura vampiresca com este romance: mais ácida, apimentada e inteligente do que nunca, a saga dos Moroi e seus guardiões surpreende pelas reviravoltas e pela ousadia desses cativantes personagens.

A sinopse descreve muito bem o que o leitor irá encontrar em O Beijo das Sombras. A originalidade da autora em criar uma hierarquia de vampiros é bastante interessante. Foi o primeiro ponto que me chamou a atenção. Dos livros recentes que tenho lido sobre o tema, realmente a série Vampire Academy tem sido a mais interessante e assustadora até o momento.

O primeiro livro da série se chama O Beijo das Sombras, já publicado aqui no Brasil pela editora Nova Fronteira. É até agora o mais fraco da série, mas não deixa de ser bom não! Eu gostei! E da metade ao final realmente o livro traz uma dinâmica e tantas surpresas que deixa o leitor com gosto de quero mais, com toda a certeza.

Por isso, fui direto para o 2º livro que em inglês se chama Frostbite e é nele que o clima assustador que eu tinha dito antes entra... Neste livro os Strigoi efetivamente entram na história e aterroriza a sociedade de vampiros Moroi e seus guardiões. A academia e a sociedade Moroi ficam em alerta e começam a averiguar se devem apenas só contar com seus guardiões ou devem lutar juntamente com eles, usando seus elementos mágicos, contando também com a força dos guardiões para derrotar os Strigoi. Enquanto se propaga as novas idéias de como combater os Strigoi, Rose e seu mentor Dimitri, treinam pesadamente para o que está por vir... O relacionamento deles, tomam outras proporções neste livro. O amor platônico é algo que a adolescente Rose está passando e sofrendo, atribuindo assim para muitas mudanças em sua personalidade. Achei muito interessante a autora explorar essas mudanças. O leitor vê claramente o comportamento rebelde antes muito focado no primeiro livro, ser neste, mais centrado e responsável.

Esta série está me surpreendendo. Richelle Mead cria um novo mundo de vampiros, enfatizando a força feminina, atribuindo a voz ativa de suas personagens, que conduz tanto em suas amizades, em seus inimigos, relacionamentos e dramas. Simplificando "Frostbite", ultrapassou seu antecessor.

Outro ponto positivo foi o prólogo do livro. Nele, a narradora Rose, nos conta em detalhes a vida das três raças de vampiros. Usufruindo uma boa reciclagem sobre os acontecimentos da história anterior, deixando todos os pingos em seus devidos is. Adorei!!

Apesar desta série também ser mais visada ao publico juvenil, acredito que o público mais adulto irá certamente apreciá-la. E eu não posso esperar para ler a sua continuação: Shadow Kiss.

Para mais informações a respeito do 1º livro da série, clique aqui.

Sinopse:

Uma grande mudança social está a afetar toda a humanidade.
Os vampiros acabaram de ser reconhecidos como cidadãos. Após a criação em laboratório, de um sangue sintético comercializável e inofensivo, eles deixaram de ter que se alimentar de sangue humano. Mas o novo direito de cidadania traz muitas outras mudanças...
Sookie Stackhouse é uma garçonete numa pequena vila de Louisiana. É tímida, e não sai muito. Não porque não seja bonita - o contrário - mas acontece que Sookie tem um certo "problema": consegue ler os pensamentos dos outros. Isso não a torna uma pessoa muito sociável. Então surge Bill: alto, moreno, bonito, a quem Sookie não consegue ouvir os pensamentos. Com bons ou maus pensamentos ele é exatamente o tipo de homem com quem ela sonha. Mas Bill tem um problema: ele é um vampiro.
Para além da má reputação, ele relaciona-se com os mais temidos e difamados vampiros e, tal como eles, é suspeito de todos os males que acontecem nas redondezas. Quando a sua colega é morta, Sookie percebe que a maldade veio para ficar nesta pequena terra de Louisiana. Aos poucos, uma nova subcultura dispersa-se um pouco por todos os lados e descobre-se que o próprio sangue dos vampiros funciona nos humanos como uma das drogas mais poderosas e desejadas. Será que ao aceitar os vampiros a humanidade acabou de aceitar a sua própria extinção?

Neste livro a autora Charlaine Harris narra a história de Sookie, uma personagem forte, talvez um pouco ingênua demais, mas com certeza uma competente heroína. Me diverti com seus pensamentos e diálogos, dando ao livro uma mistura perfeita de mistério, romance e humor.

Morto até o Anoitecer inova a abordagem das histórias de vampiros. Com muito dinamismo e diversidade a autora Charlaine Harris apresenta uma trama policial e sobrenatural muito original. O único porém será seguir a série que parece ser muito longa. Pois é, este livro é apenas o primeiro da série Southern Vampire que nos EUA já está em seu 9º livro. E como fui fisgada, o jeito é acompanhar e aguardar o próximo livro que inglês se chama: Living Dead in Dallas.

Para quem não sabe, o canal HBO lançou a série "True Blood" baseada na saga literária. Eu ainda não tive oportunidade de assistir, mas consta em alguns sites que a série televisiva também virou um grande sucesso. Se você acompanha a série ou já leu o livro, deixe seu comentário, partilhe conosco a sua opinião. É isso aí, até a próxima!



Roberto Cacciapaglia nasceu em Milão, Itália. Ele recebeu seu diploma de licenciatura musical em composição e regência do Conservatório Giuseppe Verdi em Milão. Assim, pianista e compositor, descobri esse artista por acaso no site da rádio LastFm. Fiquei completamente apaixonada pelas suas melodias suaves e execução virtuosa.

Cacciapaglia é uma figura proeminente no cenário musical italiano. Se destaca como um músico inovador tanta na Itália como no exterior. Sua refêrencia musical é o clássico e a música experimental eletrônica. Tendo presente esses elementos, a música instrumental de Cacciapaglia atribui para uma música sem fronteiras em uma direção que vai além das divisões... Eu recomendo!

Separei uma música de Roberto Cacciapaglia que pode ser apreciada:


Sarabanda



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